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Corretora de Planos de Saúde

2

de
dezembro

Previdência x IR 2012: ainda dá tempo de aproveitar o benefício fiscal da modalidade

Getty Images

 

 

 

Em sexta-feira 2/12/2011, às 11:06

SÃO PAULO - O ano ainda não acabou e, para efeitos de imposto de renda, são rendimentos, investimentos e aquisições feitas até o final do ano-calendário que contam. Por exemplo: quem vai declarar IR entre março e abril de 2012 deve ter em mente, e nas mãos, os documentos referentes ao ano de 2011.

Assim, o contribuinte que pretende, além de poupar, diminuir o “apetite do Leão” já na próxima declaração, tem até o último dia útil do ano para investir em um plano de previdência privada na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).

Vale lembrar, no entanto, que, para garantir o benefício fiscal da modalidade, o contribuinte deve fazer a declaração de ajuste anual pelo modelo completo.

Entenda o benefício
O PGBL permite a dedução de até 12% dos rendimentos tributáveis no ano na hora de declarar o imposto de renda.

Contudo, além de valer apenas ao contribuinte que faz a declaração completa do IR, o benefício está condicionado à outras exigências:

  • O ônus (pagamento do plano) deve ser da própria pessoa física;
  • No caso de dedução de planos de dependentes, o contribuinte declarante deve ser responsável pelo pagamento da contribuição;
  • A pessoa física deve também contribuir para o regime geral de Previdência Social ou, quando for o caso, para regime próprio de Previdência Social dos servidores titulares de cargo efetivo da União, dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios, observada a contribuição mínima.

Vale acrescentar que o contribuinte já aposentado, mas que ainda faça contribuições à previdência privada (na modalidade PGBL), também pode usufruir do benefício fiscal, caso faça a declaração pelo modelo completo.

Quanto investir
Quem ainda não tem plano de previdência, mas quer aproveitar a vantagem fiscal do PGBL já no IR 2012, deve se apressar, pois, como já dito anteriormente, apenas os aportes feitos até o último dia útil deste ano poderão entrar já na declaração do ano que vem.

Avalie, no entanto, se vale a pena. A conta é simples: calcule seu rendimento bruto anual, com a soma dos 12 meses de salário mais os extras (como bonificações, férias e décimo terceiro) e invista 12%.

Por exemplo: uma pessoa que ganha R$ 3 mil ao mês, considerando-se ainda o décimo terceiro, terá de dispor de aproximadamente R$ 4.680, para que o investimento possa ajudar no Imposto de Renda.

Planejamento futuro
Quem considerar a quantia um tanto quanto alta para dispor de uma só vez, pode começar a se planejar durante todo o ano de 2012, de olho no IR 2013.

O cálculo é o mesmo, mas agora com pensamento mensal. Assim, a mesma pessoa que recebe R$ 3 mil por mês deve aplicar R$ 360 na previdência, para aproveitar a vantagem fiscal.

Longo prazo
Vale destacar que as aplicações em previdência privada devem ter foco no longo prazo. Assim, mesmo que o principal objetivo seja diminuir o imposto a pagar no próximo ano, esse pode ser um incentivo para começar a pensar numa aposentadoria financeiramente tranquila. Não olhe apenas o benefício fiscal do produto, mas, também, o benefício para o seu futuro financeiro.

13

de
novembro

Como evitar os germes que se instalam no chuveiro

iStockphoto

A cabeça do chuveiro por onde sai o jato de água que banha nosso corpo pode se transformar em um ninho de micróbios, que também invadem nossa pele se não os mantivermos controlados.

Se você é daqueles que gostam de cantar no chuveiro e não quer se preocupar com outra coisa, antes de passar o sabão e a esponja por seu corpo utilize regularmente um detergente ou alvejante para limpar a cabeça da ducha.

Além de necessário e refrescante nas épocas de calor, o banho pode ser uma fonte de relaxamento e bem-estar. Para que o jato de água também seja saudável e seguro há medidas simples para evitar os riscos da choques, escorregões e quedas, assim como o contágio de infecções.

O interior de uma cabeça de ducha tem as condições ideais para o desenvolvimento de micróbios, segundo a bióloga Leah M. Feazel, da Universidade do Colorado, em Boulder (Estados Unidos), coautora de um estudo que encontrou nesta peça germes conhecidos como micobactérias, que podem causar doença pulmonar em pessoas com defesas orgânicas debilitadas.

A ducha cria partículas minúsculas que podem chegar muito longe. Assim, estes germes podem “abandonar seu esconderijo” e ser inalados por quem recebe a água.

“Para evitar riscos, convém utilizar uma cabeça de metal, em vez de uma de plástico com cobertura de metal, assim como substituir esta peça várias vezes ao ano, já que limpá-la é complicado e talvez só seja parcialmente efetivo”, segundo Leah.

O tipo de bactéria que se desenvolve na cabeça da ducha, denominada Mycrobacterium avium, está relacionado com complicações pulmonares e pertence à mesma família de germes que a bactéria da tuberculose, a Mycobacterium tuberculose.

Os pesquisadores do Colorado encontraram “níveis elevados”, cem vezes mais altos que os dos encanamentos domésticos de abastecimento de água, desta bactéria em 30% das 50 cabeças de ducha analisadas, escolhidas ao acaso em nove cidades diferentes.

Segundo se explica na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences”, onde o estudo foi publicado, a Mycrobacterium avium forma uma biopelícula ou ecossistema de micróbios, que adere no interior da cabeça, o que lhe permite permanecer nesse local de forma estável.

Chuva de germes

Quando a água cai da cabeça do chuveiro distribui as gotas cheias de bactérias que facilmente podem ser inaladas pela pessoa, chegando até os pulmões e pondo em perigo a saúde, segundo os pesquisadores do Colorado.

Além do risco infeccioso que uma cabeça de ducha deficientemente higienizada pode trazer, o banho em geral é um dos lugares da casa onde ocorrem mais lesões derivadas de acidentes domésticos, muitos dos quais acontecem por descuidos, distrações e imprudências, a maioria evitáveis.

Segundo a Facua - Consumidores em Acción, uma ONG espanhola dedicada a defender os direitos dos consumidores, as contusões, fraturas e outros ferimentos originados por quedas, choques, pancandas, cortes e queimaduras são as lesões de maior incidência dentro de casa.

“No banheiro, os escorregões são as principais causas de lesões, com destaque para os sofridos durante o banho, principalmente na banheira e seu entorno. Embora afete todos, as crianças, idosos e incapacitados costumam ser especialmente prejudicados”, assinala a Facua.

Para prevenir acidentes, esta organização aconselha “colocar diante da banheira ou de qualquer área exposta à umidade capachos, mantendo secos o chão, recolhendo imediatamente a água e ventilando o cômodo em caso de acumulação de vapor e umidade”.

Os especialistas da Facua também recomendam secar-se imediatamente após o banho, e não andar descalço, com os pés molhados, e colocar no piso do box um capacho, tapetes adesivos ou qualquer outro elemento antideslizante.

Deixar a toalha o mais perto possível da banheira ou do box, e a uma altura conveniente, e no caso dos idosos e incapacitados, instalar na parede uma barra de apoio que lhes permita entrar, sair e se deslocar, são outras medidas de segurança sugeridas pela Facua, que lembra que “não se deve deixar as crianças pequenas sozinhas na banheira”.

10

de
novembro

Você cuida bem de sua audição?

Limpeza correta e até alimentação ajudam a preservar os ouvidos

A barulheira do dia a dia não só tira qualquer um do sério e
como ainda ameaça a saúde dos ouvidos. Ruídos constantes de buzina, britadeira e
música alta provocam zumbidos que podem resultar em problemas futuros de surdez.
Mas a audição pode ser preservada com uma série de cuidados simples, que vão
desde o uso fones adequados até o máximo de cautela ao usar o cotonete. Responda
o quiz e veja o que otorrinolaringologistas recomendam.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 1: Com que frequência exames para
    a saúde do ouvido devem ser feitos?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: a) Anualmente, ou a cada três meses para quem
    tem problemas auditivos


    Nota: O otorrinolaringologista deve ser visto
    ao menos uma vez por ano para check-ups, de acordo com Cícero Matsuyama,
    otorrinolaringologista do Hospital CEMA, em São Paulo. “Já os portadores de
    deficiência auditiva precisam ir ao consultório a cada três meses”, afirma. Os
    exames para um check up auditivo são: audiometria, impedanciometria, potencial
    evocado do tronco encefálico e otoemissão acústica.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 2: Conversas longas ao celular
    podem afetar a audição?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: b) Não existe comprovação científica


    Nota: Não existem estudos científicos que
    comprovam a relação entre falar muito ao celular e surdez. “Mas existem pessoas
    que podem ter pericondrite, uma inflamação do pavilhão auricular (parte externa
    do ouvido), se ficarem muito tempo usando o aparelho”, diz o
    otorrinolaringologista Krishnamurti Sarmento, de Brasília. “Esse risco é maior
    em pacientes com diabetes ou problema autoimune.”

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 3: Qual é o limite da música
    dentro do carro, em boates, shows etc.?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: a) Os decibéis variam de acordo com o tempo de
    exposição


    Nota: O limite varia de acordo com o tempo de
    exposição - que é definido de acordo com normas regulamentadoras do Ministério
    do Trabalho. Por exemplo, a exposição a 85 decibéis pode acontecer por, no
    máximo, 45 minutos. Mas como saber disso sem um aparelho de medição? A dica de
    Krishnamurti Sarmento é simples: “Se você ouve um zumbido nas horas seguintes da
    exposição ao som, independente da intensidade ou tempo de exposição, significa
    que houve um sofrimento da orelha interna”. Ele conta que isso também vale
    quando, depois da exposição, parece que todos os demais sons estão baixos
    demais.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 4: Qual modelo de fone de ouvido
    prejudica menos a audição?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: a) Aqueles que vão por fora do ouvido, com
    esponjinha


    Nota: Se o uso do fone de ouvido é inevitável
    - seja porque você trabalha com isso ou simplesmente ama ouvir música -, prefira
    aqueles externos, que cobrem a orelha com uma espuma. Isso porque, conta o
    otorrinolaringologista Sarmento, os fones internos machucam a pele do canal do
    ouvido e causam impacto na membrana do tímpano, além de empurrarem a cera do
    ouvido.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 5: É possível trabalhar em
    ambientes ruidosos sem prejudicar a audição?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: b) Sim, desde que se use o equipamento adequado


    Nota: Alguns empregos fazem com que o
    trabalhador conviva com muito barulho. Nesses casos, o Ministério do Trabalho
    tem a chamada Norma Regulamentar, que estabelece limites de decibéis dependendo
    do tempo de exposição ao ruído. “Isso deve ser previamente medido para a escolha
    do protetor auricular adequado”, afirma o otorrinolaringologista Sarmento. Entre
    as possibilidades, está o protetor intracanal - aquela esponjinha que vai dentro
    do ouvido -, o abafador externo - que parece um fone externo com espuma - e até
    os dois métodos em conjunto, dependendo da intensidade do barulho.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 6: Qual a maneira correta de
    enxugar a orelha?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: a) Com uma toalha


    Nota: Na hora de enxugar, nada de cutucar o
    canal do ouvido com o cotonete! “O correto é usar a tolha por fora do ouvido,
    não se deve enfiar nada nele”, conta Sarmento. No entanto, se você nadou na
    piscina e ficou com uma sensação de água no ouvido, faça um truque que o
    otorrinolaringologista Sarmento ensina: “Se o ouvido não estiver inflamado,
    pode-se pegar uma tampinha de álcool, saturado ou 70%, virar no ouvido e
    desvirar depois de cinco ou 10 segundos”. Segundo o especialista, isso ajudará a
    tirar a água, mas só faça isso se não possuir nenhum tipo de inflamação nos
    ouvidos, do contrário, sentirá uma dor muito forte.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 7: O cotonete pode ser utilizado?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: a) Só do lado de fora do ouvido


    Nota: O cotonete não pode ser usado por dentro
    do ouvido em hipótese alguma, mas pode ser parceiro da limpeza se usado com
    cautela. “Ele pode ser utilizado somente no pavilhão, na área externa do
    ouvido”, diz o otorrinolaringologista Matsuyama. “Quando o cotonete é
    introduzido na parte interna, pode provocar lesão e acúmulo de cerume no canal
    auditivo.”

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 8: É permitido pingar medicação ou
    remédios caseiros nos ouvidos sem orientação médica?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: b) Em hipótese alguma


    Nota: A automedicação nunca é indicada, em
    hipótese alguma, já que essa prática é perigosa. “Os riscos são inúmeros, desde
    o agravamento de infecções até a dificuldade no diagnóstico preciso quando o
    paciente finalmente consultar um especialista”, alerta o médico Matsuyama.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 9: Quais alimentos contribuem com
    a saúde dos ouvidos?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: b) Alimentos com ômega-3


    Nota: Segundo estudo da American Journal of
    Clinical Nutrition, a ingestão de alimentos ricos em ômega-3 retarda a perda de
    audição vinculada à idade. Nessa pesquisa, duas refeições semanais com 150
    gramas de peixe - como salmão e atum - diminuem a perda da audição em até 42%.
    Esse ácido graxo é encontrado, sobretudo, em salmão, sardinha, atum, linhaça,
    azeite e noz.

  • Imagem de Resposta Correta

    Pergunta 10: Quais alimentos pioram a saúde
    dos ouvidos?

    Parabéns, você acertou esta pergunta

    Resposta correta: a) Os alimentos industrializados (artificiais,
    embutidos ou processados)


    Nota: “Os alimentos industrializados, ricos em
    carboidratos simples ou à base de cafeína devem ser moderados por afetarem a
    parte sensitiva (neural) e do equilíbrio do ouvido”, afirma o
    otorrinolaringologista Cícero Matsuyama, do Hospital CEMA.

17

de
outubro

Seis vacinas que os adultos precisam tomar

Seis vacinas que os adultos precisam
tomar

Essas doenças continuam perigosas mesmo na idade adulta

Nesta segunda-feira,
dia 17, é comemorado o Dia Nacional da Vacinação para lembrar que não são apenas
as crianças que devem estar com a carterinha em dia. Ninguém reluta em levar o
filho para tomar uma vacina contra sarampo ou paralisia infantil, mas na hora de
cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação.
Não é apenas o organismo da criança que está sujeito a doenças que o corpo não
está preparado para combater.
Em todas as fases de nossa vida, estamos
suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar
muitos problemas. “Faz parte da cultura dos brasileiros achar que vacinação é assunto de criança. Mesmo
que esse quadro esteja mudando, os adultos ainda não tratam as vacinas com
seriedade”, diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.
Vacinação adultos- Foto Getty Images
As doenças crônicas
que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo
precisa se vacinar. “As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas
com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar
informadas sobre a vacinação”, explica o especialista.
Existem vacinas
tanto para bactérias como para vírus. “No primeiro caso, a vacinação é feita
para controlar surtos epidemiológicos. Já no caso dos vírus, a imunização
normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço
para garantir que a doença não vai mais voltar”, diz Paulo Olzon.
Vacina
dupla tipo adulto - para difteria e tétano
A difteria é causada
por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas
infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em
casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.
A toxina da
bactéria causadora do tétano
compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura
respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for
tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao
comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração,
levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das
formas mais conhecidas do contágio do tétano.
A primeira parte da
vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois
meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua
carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois
delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue
eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de
lado.
Vacina
Tríplice-viral ? para sarampo, caxumba e rubéola
Causado por um
vírus, o sarampo é caracterizado por
manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo
com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é
mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco
observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser
imunizados para proteger as crianças com quem convivem.
Conhecida por
deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória.
Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em
adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos
ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.
“Faz parte da cultura dos brasileiros achar que
vacinação é assunto de criança. Mesmo que esse quadro esteja mudando, os adultos
ainda não tratam as vacinas com seriedade”
Já a rubéola é
caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na
pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola
congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de
gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no
desenvolvimento.
O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver
recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era
criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que
as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão
imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.
Mesmo que todos com
essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos,
que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês
antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete
gestantes, podendo causar deformidade no feto.
Vacina
contra a hepatite B
A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e
em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem
mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica,
levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. “A imunização
contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como
câncer no fígado”, diz Paulo Olzon.
De acordo com o especialista, há
algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser
transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a
prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de
vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não
pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa
doença.
Até os 19 anos,
todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em
qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando
o adulto faz parte de um grupo de risco. “Pessoas que tenham contato com sangue,
como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou
que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a
essa doença”, diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a
vacina em clínicas particulares.
Idoso gripado - Foto Getty Images
Pneumo
23 - Pneumonia
O pneumococo,
bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas
de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. “Pessoas com
essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23″, diz Paulo Olzon.
A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes
infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais
sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso,
calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças
crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo,
devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.
Mesmo
que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina
do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro
de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das
Clínicas e a Unifesp.
Vacina
contra a febre amarela
A febre amarela é
transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença
rem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito,
dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. “Se a febre
amarela não for tratada, pode levar a morte”, explica o especialista.
Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as
pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos,
durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo
menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais
no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão,
do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina
e do Rio Grande do Sul.
Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios
sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles
indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. “Nesse sentido, a
preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou
anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos”, explica o
infectologista Paulo Olzon.
Vacina
contra o influenza (gripe)
A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está
com mais de 60 anos. “Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que
ela pode causar. Mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem
nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe. Isso porque, o vírus da
gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é
imediata como as pessoas imaginam”, diz o especialista.
A gripe é
transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu
ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a
vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em
clínicas particulares.
“Os idosos que não querem esperar até a campanha
anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares
em todas as épocas do ano”, diz Paulo Olzon.

27

de
julho

Planos de saúde: saiba o que muda com a nova regra de portabilidade

Veja novas regras para planos de saúde

A partir de hoje, usuários dos serviços privados poderão mudar de operadora sem cumprir prazos de carência

SÃO PAULO – A partir de quinta-feira (28), os usuários dos serviços privados de assistência à saúde poderão mudar de plano na mesma ou em outra operadora sem ter de cumprir novos prazos de carências ou cobertura parcial temporária, conforme prevê a Resolução 252 da ANS (Agência Nacional de Saúde).

Mudanças
A portabilidade passa a abranger os planos privados individuais, familiares ou coletivos contratados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados. Na vigência anterior, conforme explica o Procon-SP, somente os planos individuais ou familiares podiam fazer a portabilidade.

Outra novidade é que o consumidor pode portar as carências para outro plano, independentemente da região de abrangência - municipal, estadual ou nacional - de seu plano atual.

Além disso, houve redução da permanência mínima para a segunda portabilidade, que de dois anos passa para um.

A portabilidade poderá ser requerida entre o mês de aniversário do contrato e os três meses seguintes, o que não era permitido na resolução anterior. O prazo limite para portabilidade deverá ser comunicado pela operadora do plano.

Em caso de falecimento do titular do contrato, os dependentes poderão fazer a portabilidade especial de carências para outro plano, individual, familiar ou coletivo, no prazo de 60 dias do falecimento.

Antes e depois da Resolução 252

Pontos alterados

Como era

Como ficou

Tipos de planos para exercer a portabilidade

Somente poderiam exercer a portabilidade de carências os consumidores de planos privados de assistência à saúde individual ou familiar contratados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à lei de planos de saúde (Lei 9.656/98).

Inclui os planos coletivos por adesão (são os planos contratados, por exemplo, por sindicatos, órgãos de classe, associações profissionais). Portanto, a portabilidade abrangerá os planos privados de assistência à saúde individuais ou familiares ou coletivos por adesão contratados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados.

Abrangência geográfica do plano (municipal, estadual ou nacional)

Era necessária a compatibilidade da abrangência geográfica entre os planos.

Não há mais o critério de abrangência geográfica entre os planos, ou seja, o consumidor poderá portar as carências para plano com cobertura municipal, estadual ou nacional, independentemente da abrangência do seu plano atual.

Prazo de permanência mínima no plano

A partir da segunda portabilidade o prazo mínimo de permanência no plano era de 2 (dois) anos.

Redução do prazo de permanência mínima no plano para o exercício da segunda portabilidade ou posteriores, que passa para 1 (um) ano.

Prazo para exercício da portabilidade

A portabilidade deveria ser requerida pelo consumidor no mês de aniversário do contrato e no mês seguinte.

Ampliação do prazo para exercício da portabilidade, que poderá ser requerida pelo beneficiário no período compreendido entre o mês de aniversário do contrato e os três meses seguintes.

Informação sobre o prazo para exercício da portabilidade

Sem previsão específica.

A operadora deverá comunicar a todos os beneficiários a data inicial e final do prazo, no mês anterior ao referido período, por qualquer meio que assegure a sua ciência.

Consulta aos planos compatíveis

Acesso via Internet ao Guia ANS de Planos de Saúde e contato com a ANS em caso de dúvidas.

O consumidor que não conseguir identificar seu plano de origem, em consulta ao Guia ANS de Planos de Saúde (disponível no site www.ans.gov.br), poderá protocolizar sua solicitação na própria ANS. Há procedimento específico e prazos diferenciados.

Portabilidade especial em caso de dificuldade financeira do plano

Sem previsão.

Se a operadora estiver em dificuldades financeiras/operacionais (durante regime especial de Direção Fiscal ou Direção Técnica ou cancelamento compulsório do registro de operador; ou de Liquidação Extrajudicial sem regime especial prévio, após o insucesso da transferência compulsória de carteira). Nesses casos, a ANS poderá conceder a “portabilidade especial” de carências, fixando o prazo de até 60 dias, prorrogáveis, para que os consumidores, independentemente do tipo de contratação e da data de assinatura dos contratos ou cumprimento de carências, exerçam a portabilidade para planos privados de assistência à saúde, individual ou familiar ou coletivo por adesão, de outra operadora. A operadora não poderá exigir prazo mínimo de permanência no plano ou que a portabilidade seja requerida no mês de aniversário do contrato ou nos três meses subsequentes. Foram mantidos os critérios de compatibilidade relativos à segmentação e faixa de preço igual ou inferior.

Portabilidade especial em caso de falecimento do titular do plano

Sem previsão.

Quando falecer o titular do contrato, os dependentes poderão exercer a portabilidade especial de carências para plano privado de assistência à saúde individual ou familiar ou coletivo por adesão no prazo de 60 dias do falecimento, independentemente do tipo de contratação do plano de origem, da data de assinatura do contrato ou cumprimento de carências. A operadora não poderá exigir prazo mínimo de permanência no plano ou que a portabilidade seja requerida no mês de aniversário do contrato ou nos três meses subsequentes. Foram mantidos os critérios de compatibilidade relativos à segmentação e faixa de preço igual ou inferior.

Fonte: Procon-SP

Consumidor
Para o Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), embora as novas regras definidas pela ANS tenham atendido antigas reivindicações, a portabilidade poderia ser mais ampla se atingisse a todos, independentemente do tipo de contrato e suas características.

Ainda de acordo com o Procon-SP, a nova Resolução apresenta vários pontos positivos, mas permanece restrita aos planos contratados após janeiro de 1999, não permite mudança para plano em faixa de preço superior, assim como contempla os planos coletivos empresariais, que representam cerca de 60 % do mercado de saúde suplementar, apenas em situações específicas (portabilidade especial de carências).

Já para a Proteste – Associação de Consumidores, a mudança sem cumprir carência deveria valer também para todos os contratos e para quem quisesse migrar para planos de categorias diferentes. Como grande parte dos clientes está nos planos coletivos empresariais, eles continuam sem a portabilidade. Dar esse direito também a essa fatia do mercado teria um impacto muito maior. Até porque o que motivou a agência a fazer essa revisão foi a baixa adesão dos consumidores brasileiros ao modelo anterior de portabilidade, que vigorava apenas para clientes de planos de saúde individuais ou familiares contratados a partir de 1999.

18

de
julho

Médicos param de atender planos a partir de setembro

HOJE - 18 de julho de 2011

Médicos (AE)

Médicos param de atender planos de saúde

Terão início no dia 1º de setembro as paralisações do atendimento médico a seis planos de saúde

Terão início no dia 1º de setembro as paralisações do atendimento médico a seis planos de saúde que ainda não aceitaram iniciar as negociações de reajuste do valor dos honorários. O cronograma foi definido na semana passada pelas associações que representam os médicos que atendem em São Paulo.

Os planos que terão o atendimento interrompido são: Gama Saúde, GreenLine, Abet, Intermédica, Companhia de Engenharia de Tráfego e Notredame. Os outros quatro que também seriam alvo da paralisação aceitaram negociar. São eles: Porto Seguro, Cassi, Embratel e Caixa Econômica Federal.

Ginecologistas e obstetras vão interromper o atendimento eletivo entre os dias 1º e 3 de setembro. Os otorrinolaringologistas param de 8 a 10 do mesmo mês, pediatras deixam de atender de 14 a 16, pneumologistas param de 21 a 23, e cirurgiões plásticos deixam de atender entre os dias 28 e 30 de setembro. Urgências e emergências serão garantidas.

Os anestesiologistas também vão parar as atividades semanalmente, acompanhando as áreas que estiverem no rodízio. Por exemplo: vão interromper os procedimentos ligados à ginecologia na primeira semana, os da otorrino na segunda semana, e assim por diante. O movimento seguirá até que todas as reivindicações sejam atendidas.

Segundo Florisval Meinão, vice-presidente da Associação Paulista de Medicina, a suspensão do atendimento acontecerá em forma de rodízio para não prejudicar os usuários. “A ideia é tentar entrar em negociação para que a paralisação não seja necessária. Mas algumas operadoras sistematicamente recusam iniciar o diálogo”, diz Meinão.

Os médicos querem reajuste do valor da consulta para R$ 80. Hoje, o valor varia entre R$ 35 e R$ 45, dependendo da operadora. “Queremos um valor único, sem diferenciação”, diz Meinão. Os médicos também pedem a regularização dos contratos com as operadoras e o fim das pressões dos planos para que reduzam solicitações de exames, internações e procedimentos.

Segundo Meinão, 19 outras operadoras receberam cartas para iniciar a negociação, mas ainda estão dentro do prazo. A ideia é fazer o mesmo com as cerca de 300 operadoras que atuam em todo o Estado até o fim do ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

22

de
junho

Depilação x pelos encravados

Mais do que uma escolha pessoal, de acordo com a praticidade de cada método, a opção por um determinado tipo de depilação deve também levar em conta a sensibilidade da pele e a tendência a foliculite. Um dos problemas mais comuns após o procedimento depilatório, o encravamento dos pelos pode trazer transtornos que vão além da estética.

“Na virilha, por exemplo, são comuns inflamações, às vezes até com pus, associadas ao folículo piloso e às glândulas sudoríparas da região”, afirma o dermatologista Marcelo Pereira (SP). A alteração também pode ocorrer em outras partes do corpo, como axilas, pescoço e rosto, em pacientes de ambos os sexos. De acordo com o médico, nesses casos a depilação a laser é uma boa opção, pois ajuda a prevenir e tratar a doença: “Embora, não seja tão comum em homens, que geralmente fazem barba, o método melhora a textura da pele e auxilia na diminuição da foliculite”.
Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), Dra. Eliandre Costa Palermo (SP), é essencial entender qual o melhor processo, de forma singular, para que a opção seja consciente e segura. “Ceras frias e quentes são métodos temporários. Quando os fios começam a crescer podem irritar a pele, causando inflamação na saída do pelo à superfície”, explica. Por isso é tão comum o aparecimento de pelos encravados e foliculite.

A lâmina e a linha também são tipos de depilação que duram pouco. “O primeiro tipo efetua um corte no pelo, o que é considerado bom para mulheres que tem fios mais finos e claros, já que é indolor”, afirma a médica. “No segundo tipo, o pelo sai pela raiz, mas também não fica livre de um possível encravamento”.

Cuidados de higiene e limpeza durante a depilação são fundamentais. No caso dos depiladores elétricos, há os que fazem apenas o corte, como as lâminas, e os que retiram o pelo pela raiz com tração. Antes da compra, avalie de que forma o aparelho pode facilitar seu dia a dia sem causar problemas - as máquinas estão cada vez mais modernas e permitem uma depilação higiênica seja em casa ou durante viagens.

Para Eliandre, a depilação a laser, por ser um método mais duradouro e, em alguns casos, até definitivo, é o mais indicado em pessoas com alta sensibilidade e tendência ao encravamento dos pelos. “Apesar do custo mais elevado, garante a eliminação de até 80% dos pelos, conforme o tipo de pelo e a área depilada”, explica a especialista. Novamente é uma questão de escolha, que deve levar em contato uma anamnese médica acima de tudo.

Sete dicas para uma pele bem cuidada antes e depois da depilação

1) Manter a hidratação em dia deixa a pele mais preparada para receber as agressões do processo depilatório e evita a sensação de ressecamento após a retirada dos fios;
2) Alguns dias antes da depilação, faça uma massagem delicada com esfoliante suave para que pelos desencravem e seja mais fácil fazer a remoção;

3) Após o procedimento, o ideal é aplicar produtos que acalmem e tonifiquem a pele, além de evitar exposição ao sol para não provocar mancha;

4) Nunca manipule os pelos encravados: o ideal é procurar um especialista para que seja realizado o melhor procedimento;

5) Evite a aplicação de desodorante ou creme nas axilas pós-depiladas para que não surjam ardência e irritações;

6) Nada de roupas apertadas e sintéticas na região de pernas, barriga e virilha nos primeiros dias depois da depilação;

7) Rosto e pescoço precisam de reforço no filtro solar, mas o corpo inteiro agradecerá pelo cuidado.

22

de
maio

Os 9 segredos indispensáveis para controlar a oleosidade da pele

Quem tem pele oleosa sabe o drama que é
controlar o excesso de brilho. Lavar o rosto várias vezes durante o dia, passar
lencinhos umedecidos e produtos adstringentes são algumas das medidas
preventivas mais comuns.

Mas qual delas realmente funciona? “É preciso
prestar atenção no tipo de sabonete que você usa, na composição da maquiagem e
até no seu corte de cabelo” , afirma o dermatologista Ademir Junior, da
Sociedade Brasileira de Medicina Estética.

A seguir, a
especialista explica tudo o que você precisa fazer para proteger a pele contra o
excesso de oleosidade e, consequentemente, ficar longe de cravos e espinhas,
além de evitar aquele aspecto brilhante que derrete qualquer
maquiagem.

1. Na hora do banho
O primeiro cuidado é
regular a temperatura da água. Muito quente, ela remove a oleosidade natural da
sua pele, incentivando o organismo a produzir mais sebo. Resultado: oleosidade
de sobra. Prefira água morna ou fresca. A escolha do sabonete também é importante: use produtos específicos
para o rosto, que também não agridem a pele desta região. Algumas marcas,
inclusive, dispõem de opções específicas para cada tipo de pele.

2. Maquiagem
O uso do pó é comum entre as mulheres
que têm vergonha do brilho excessivo, produzido pelas peles oleosas. Desde que
você tenha o hábito de limpar corretamente a pele, com uma espuma de limpeza e
uma loção adstringente, pode usar maquiagem sem medo. Se possível, busque
produtos que são desenvolvidos para pele oleosa, ou seja, que não incentivam a
produção de sebo. Também peça por opções com o chamado efeito mate, que dão
aspecto mais seco.

Pele oleosa - Getty Images

3. Lencinhos umedecidos

Eles até aliviam aquela sensação pegajosa, mas ão resolvem a oleosidade. A
ação é restrita ao alívio do desconforto. Pode haver, inclusive, um aumento da
oleosidade, caso seu lencinho contenha produtos que desgastem a pele. Prefira
andar com um pouco de loção adstringente e lenços de papel ou plaquinhas de
algodão, eles são úteis quando não é possível lavar o rosto.

4.
Franja no rosto

A oleosidade dos cabelos e do couro cabeludo acaba
prendendo-se à testa e ao rosto. Além disso, o cabelo abafa a pele, que acaba
com dificuldade de respirar. Evite cortes que deixam o cabelo em contato com o
rosto ou, se for o caso, mantenha os fios presos na maior parte do tempo.

5. Efeitos da poluição
Os agentes poluentes
facilitam a inflamação da pele, gerando
problemas como a acne. Vale lembrar que o próprio óleo em excesso já apresenta
esta propriedade, assim como a poluição, individualmente. Somando os dois,
portanto, teremos maior inflamação cutânea.

6. Proteção contra o
sol

Você nunca deve dispensá-la, mas precisa usar protetores
específicos para o rosto com pele
oleosa, com FPS 30 no mínimo. Em geral, esses produtos vêm em forma de gel,
gel-creme ou fluido (escolha aquele cuja consistência agrada mais). As fórmulas
são pensadas não só para formar uma barreira contra os raios ultravioletas, mas
também para tratar a oleosidade da pele, evitando que o problema aumente. O sol,
aparentemente, pode até melhorar a oleosidade da pele, mas não tem nenhum efeito
redutor como muitos pensam.

7. O mito do chocolate

A Ciência ainda não dispõe de um veredicto a esse respeito. Enquanto muitos
estudos dizem que o consumo de chocolate não tem nanda a ver com o aumento da
oleosidade, outros apontam a quantidade de gordura presente na composição como
um fator desencadeante para o problema. Na prática, o dr. Ademir recomenda que
você preste atenção no próprio metabolismo e observe se o consumo causa alguma
mudança na sua pele.

8. Ar condicionado
Quando o
tempo esquenta, fica difícil escapar dele. O problema é que o ar condicionado,
por ressecar o ambiente, ajuda na desidratação da pele. Com isso, há o aumento
na produção de óleo, como uma reação natural do seu organismo para tentar
reduzir a perda desta água. Hidrate-se bastante, com água e sucos naturais, que
o efeito do aparelho tende a ser menos nocivo sobre sua aparência.

9.Antes de dormir
Deixar a pele respirar ou usar
produtos específicos? Depois de remover a maquiagem e fazer a limpeza da pele
com espuma facial e loção adstringente, o dermatologista recomenda que você
aplique uma loção ou um gel que reduza a oleosidade da sua pele. Pela manhã, não
se esqueça de retirar o produto, lavando bem o rosto. Durante o dia, a melhor
saída é usar um filtro solar próprio para peles oleosas.

22

de
maio

Você sabe evitar e proteger a pele oleosa?

Adote medidas para que a oleosidade e o excesso de brilho deixem de incomodar

Quem tem pele oleosa sofre com
o aspecto brilhante e com a formação de cravos e espinhas, característicos deste
tipo de pele. E quando a temperatura está mais alta, fica ainda mais complicado
controlar a oleosidade da pele. Vale tudo para tentar conter os poros dilatados:
lencinhos umedecidos, produtos adstringentes e uma maquiagem que não derreta são
algumas das medidas adotadas por quem vive esse drama.

Mas não é só isso
que deve entrar na lista de cuidados. A temperatura da água, a escolha do
sabonete, o tipo de hidratante e até o corte de cabelo influenciam o excesso de
oleosidade. Mas
será que você está agindo da melhor maneira? Faça o teste e saiba o que fazer
para que o problema deixe de incomodar.

19

de
maio

Operadoras de planos de saúde serão penalizadas caso reajustem planos

SÃO PAULO – A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) esclareceu que serão imputadas penalidades às operadoras de planos de saúde que realizarem reajustes por variação anual de custos aplicados aos planos individuais sem autorização da Agência. As penas estão previstas no art. 58 da RN n° 124, de 30/03/2006.

No dia 06 de abril deste ano, a agência submeteu ao Ministério da Fazenda, o índice máximo de reajuste de planos autorizado às operadoras.

O índice incidirá apenas sobre os planos individuais e familiares novos, que são aqueles contratados a partir de primeiro de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei de número 9.656/98. Assim que agência receber o aval do ministério, será divulgado o percentual a ser aplicado entre maio de 2011 e abril de 2012.

Operadoras
Para as operadoras que já enviaram suas solicitações à ANS, estando em conformidade com os requisitos previstos na Resolução Normativa n° 171/08 e que não tiveram os seus pedidos indeferidos, a instrução é que aguardem a publicação do índice no Diário Oficial da União para receber o ofício de autorização da agência.

Já para as operadoras que, ou não encaminharam a solicitação para autorização do reajuste à ANS, ou que tiverem seus pedidos indeferidos, é preciso primeiro cumprir as exigências estabelecidas no art. 5 da Resolução Normativa n° 171/08 e encaminhar a solicitação o mais rápido possível.

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